quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Twitter lança recurso voltado para mercado corporativo

Com o Contributors, empresas poderão autenticar usuários para publicar mensagens em seu nome; não foi revelado se o serviço terá algum custo.

Por Computerworld/EUA
15 de dezembro de 2009 - 18h01

Com cada vez mais empresas usando redes sociais de forma estratégica, o Twitter tenta mostrar aos usuários que também está aberto para o mundo negócios. Sua última novidade, que ainda está na versão beta, é um recurso destinado a ajudar as empresas a autenticar quem pode publicar mensagens em seu nome. Chamado Contributors, o recurso foi liberado para um número reduzido de usuários na semana passada, de acordo com um membro da equipe do produto, Anamitra Banerji.

Em nota publicada no blog da empresa nesta segunda-feira (14/12), Banerji diz que os engenheiros do Twitter têm trabalhado em diversos recursos voltados para empresas e que o Contributors é o que está mais perto de ser liberado para uso.

“Este recurso é um dos diversos que temos em desenvolvimento; alguns deles serão visíveis para usuários comuns, outros não”, escreve Banerji. “Nosso objetivo agora é obter algum retorno dos usuários corporativos e dos parceiros de nosso ecossistema. Depois de resolvermos algumas pendências, faremos um lançamento completo”.

Não está claro se o Twitter planeja fazer do recurso uma fonte de renda.

Geração de receita

Em setembro, na Cidade do México, o cofundador do Twitter, Biz Stone, disse que a empresa planejava agregar recursos geradores de receita ao microblog no último trimestre deste ano. Há mais de um ano, observadores da indústria e de analistas financeiros se perguntam quando o Twitter encontraria um modelo de negócios e começaria a fazer algum dinheiro.

Stone disse à época que a companhia estava construindo um “painel analítico”, feito para ajudar as empresas a acompanharem o que está sendo publicado sobre elas. O painel deveria estar pronto até o fim do ano. O Twitter não respondeu às solicitações de informação sobre quando um recurso “gerador de receita”, como o painel analítico, poderia ser lançado, nem se eles cumpririam o prazo previsto do fim do ano.

O novo recurso Contributors foi concebido para permitir às empresas designar outros usuários do Twitter – empregados ou consultores, por exemplo – para publicar mensagens em nome delas. Na publicação corporativa, o tweet aparecerá como proveniente da empresa, mas também terá um identificador individual, que dará aos usuários uma ideia melhor de quem eles estão seguindo.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Mais da metade das empresas paulistanas não faz negócios online

O levantamento da Associação Comercial de São Paulo aponta ainda que 34% das companhias não têm sequer um site próprio.

Por Daniela Braun para a Computerworld
26 de novembro de 2009 - 16h04

Os negócios pela internet são realidade apenas para 36% das empresas da cidade de São Paulo, o que significa que 64% ainda não estão presentes no ambiente digital. Esta é a principal conclusão de um levantamento inédito realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para mapear o comportamento do comércio atacadista e varejista no e-commerce.
O estudo apresentado nesta quinta-feira (26/11) durante o "Ciclo de Seminários - Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa" promovido pela ACSP, em São Paulo (SP), aponta ainda que 34% das empresas não têm um site próprio.  
De acordo com o levantamento, que se baseou em 1.201 entrevistas com empresários, o setor que mais gera negócios pela internet, com 48% de adesão das empresas, é a indústria. Em contrapartida, esse índice cai para 30% entre as companhias de construção civil, que aparecem como as últimas no ranking de utilização da Web. O que representa um contrasenso, se considerados os dados da construtora Tecnisa, a qual projeta que 93% dos seus negócios começam no ambiente digital.
"Entre as principais justificativas para não realizar negócios na internet, as empresas citam falta de tempo, de foco, de equipe e de infraestrutura", afirma a superintendente de marketing da ACSP e coordenadora do projeto para inclusão de pequenas empresas, Sandra Turchi.  Além disso, ela informa que grande parte não têm necessidade. "Mas isso certamente demonstra falta de conhecimento", acrescenta Sandra.
Quanto ao potencial da internet, o estudo mostra que entre as empresas que realizam negócios na internet, 38% informam que a Web representa até 10% do faturamento e para outras 17% essa porcentagem sobe para 10% a 30% dos resultados.
Outro dado do levantamento Além disso, 34% das companhias paulistanas não têm site próprio.

Redes sociais

Quando questionados sobre o uso da Web 2.0, apenas 12% dos entrevistados afirmaram que costumam deixar opiniões em blogs ou fóruns de discussão. "Não basta ter um site ou fazer e-commerce. É necessário que as empresas saibam se relacionar", conclui a coordenadora de marketing da ACSP, ao informar que isso deve ser um desafio para a associação.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Facebook faz acordo com Nielsen para medir desempenho de anúncios

terça-feira, 22 de setembro de 2009, 14h43 - TI Inside

O Facebook vai firmar uma parceria com a consultoria Nielsen, especializada em pesquisas de audiência on-line, para medir o desempenho dos anúncios em seu site. Segundo o The Wall Street Journal, com o acordo, a rede social realizará questionários virtuais com os usuários com perguntas sobre a publicidade veiculada em seus serviços. A Nielsen se encarregará da tabulação dos resultados e de encaminhá-los para os anunciantes.

A nova ferramenta, que se chamará Nielsen Brand Lift, estava prevista para ser anunciada nesta terça-feira, 22, em Nova York, pela diretora de operações da rede social, Sheryl Sandberg. Segundo ela, a nova aplicação servirá para provar para os anunciantes que o Facebook é de fato capaz de veicular propaganda. Para Sheryl, "não pode ser você mesmo para dizer esse tipo de coisa. Tem que ser uma terceira pessoa", disse referindo-se à tradição em pesquisas da Nielsen.

John Burbank, CEO da Nielsen, declarou que a parceria deve ser estendida para o fornecimento de dados sobre publicidade para outros sites, mas não quis fornecer mais detalhes.

domingo, 13 de setembro de 2009

Aprovado texto da proposta de campanhas eleitorais pela web

quinta-feira, 10 de setembro de 2009, 10h24 - TI Inside

O plenário do Senado aprovou na noite de quarta-feira, 9, o texto básico da reforma eleitoral, que prevê a liberação do uso da internet para veiculação de campanhas políticas. O texto recebeu quatro emendas apresentadas pelos relatores, os senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE). A aprovação se deu em votação simbólica, com a abstenção do senador Almeida Lima (PMDB-SE).

A sessão continua nesta quinta-feira, 10, e ainda têm 14 destaques para votação em separado de emendas dos senadores. Destas, duas devem ser votadas nominalmente. Há ainda pedido para votação nominal de outras quatro. Terminada a votação, a proposta será reexaminada pela Câmara dos Deputados, devido às alterações feitas no Senado. Para vigorar nas eleições do ano que vem, as modificações na legislação têm de estar publicadas no Diário Oficial da União até o dia 2 de outubro.

A principal emenda dos relatores permite a livre manifestação do pensamento em blogs assinados por pessoas físicas, redes sociais, sites de interação e de mensagens instantâneas, entre outras formas de comunicação na internet. Nesses formatos fica permitido fazer propaganda eleitoral de candidato, partido político ou coligação, bem como dar tratamento privilegiado a qualquer um destes.

Já as empresas de comunicação social na internet e os provedores com conteúdos próprios terão de atuar de maneira imparcial: não poderão dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que o justifique, a partir do dia 5 de julho do ano da eleição. Em todos os casos, a proposta veda o anonimato e assegura o direito de resposta mediante decisão judicial.

A emenda prevê multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil para o responsável pela divulgação de propaganda que contrarie as normas estabelecidas. O beneficiário também estará sujeito a essa multa, desde que se comprove seu prévio conhecimento. A emenda enfatiza que os provedores de internet e empresas de comunicação social que têm site na rede poderão realizar debates entre os candidatos. Elas, no entanto, deverão cumprir as normas previstas para debates no rádio e na televisão. As informações são da Agência Senado.

Falta modelo de negócio para estratégias via SMS

sexta-feira, 11 de setembro de 2009, 15h14 - TI Inside

O mobile marketing vem ganhando cada vez mais espaço nos orçamentos de publicidade das empresas. Apesar disso, a sua principal arma, que seria o uso em campanhas via mensagens de texto SMS (funcionalidade utilizada por 70% dos usuários de celular no Brasil), ainda esbarra na falta de um modelo de negócios para deslanchar.

A principal barreira para que o m-marketing avance no SMS ainda é o preço elevado, cobrado por mensagem enviada, que varia, em média, R$ 0,30 a R$ 1 por mensagem.

Anunciantes como a Unilever e agências digitais como F.biz e Rapp Brasil, alegam que o preço do SMS ainda é muito alto e querem negociar com as operadoras a compra de SMS dentro da faixa praticada para o segmento corporativo, que pode ir de R$ 0,04 a R$ 0,08 por mensagem.

"Preciso de condições mais favoráveis para fazer mobile marketing via SMS. Atualmente, os custos são muito elevados e vale mais a pena eu dar um desconto no produto em um ponto-de-venda do que seguir essa estratégia, porque é mais efetivo e menos custoso. Esses são limitadores que precisam ser resolvidos", avalia Maria Luisa Lópes, diretora de mídia da Unilever, que participu do 2º Forum Mobile Plus, evento promovido pelas revistas TI INSIDE e TELETIME.

Segundo a executiva, há um papel para o mobile marketing via SMS nas estratégias de publicidade da empresa, que está pronta para investir na solução, mas para isso a companhia está buscando parceiros para que possa viabilizá-lo de forma mais efetiva e com menores custos. "Temos de buscar parcerias e alterar o modelo de negócio, para criar uma dinâmica melhor no mercado", frisa Maria Luisa.

Na visão de Vilmo Medeiros, diretor da Rapp Brasil, o custo campanhas de mobile marketing via SMS sempre é um problema e muitas vezes não se enquadra dentro do orçamento dos anunciantes. "Por isso, devem ser buscadas flexibilidades e outras alternativas de realizar essas campanhas", pondera.

Riscos

O presidente da Mobile Marketing Association (MMA) para Brasil e América Latina, Omarson Costa, diz que o preço mais elevado do SMS cobrado das campanhas de mobile marketing em relação ao valor praticado no mercado corporativo está relacionado aos riscos que as operadoras correm ao fazer campanhas de publicidade via SMS.

Costa lembra que parte das multas recentes aplicadas às operadoras ocorreu devido às relações com anunciantes no envio de mensagens de texto. "Para isso, o modelo tem de ser negociado. Para baixar o preço no nível que é oferecido ao mercado corporativo, os anunciantes têm de estar dispostos a assumir sua parcela de risco. Devem ser criados novos modelos de negócios para SMS", defende.

Segundo Omarson, as negociações entre as operadoras, anunciantes e agências prosseguem na busca de definição de um modelo de negócio que atenda todos. Entretanto, o executivo não arrisca dizer em quanto tempo será definido o acordo, observando que pode levar anos para a definição de um modelo de negócio padrão.

Apesar disso, operadoras e anunciantes seguem discutindo em busca de um acordo e fechando acordos pontuais. Um dos casos é da própria Unilever, que estabeleceu uma parceria com a Vivo para uma campanha que isenta o consumidor do tráfego de dados.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Gastos das PMEs com mídia on-line crescem 27% em 12 meses, indica estudo

sexta-feira, 21 de agosto de 2009, 18h00 - TI Inside

Pela primeira vez, os investimentos das pequenas e médias empresas (PMEs) em promoções e publicidade on-line superaram o percentual aplicado em mídia tradicional, segundo estudo do Kelsey Group e da Constat. Ainda em fase de finalização, o estudo, denominado Local Commerce Monitor, analisa as PMEs e como elas gastam seus orçamentos em anúncios e peças promocionais.

O relatório mostra que os gastos das PMEs em anúncios e promoções tradicionais no período de 12 meses – entre agosto de 2008 e agosto deste ano – tiveram uma redução de 23,5%, enquanto os investimentos com publicidade em websites e páginas de perfis aumentaram 26,8% no mesmo período, apesar de uma acentuada diminuição nos gastos com anúncios em geral.

Especificamente, a penetração da mídia digital/on-line aumentou de 73% em agosto de 2008 para 77% em agosto deste ano. Enquanto isso, a penetração da mídia tradicional baixou de 74% para 69% – a penetração é definida como a percentagem de pequenas e médias empresas que utilizam os meios de comunicação, independente de nível de gastos.

"Temos verificado uma tendência de as mídias digitais/on-line substituírem a mídia tradicional", disse Steve Marshall, diretor de pesquisa do Kelsey Group, ao acrescentar que esse é um indicador da grande mudança para as plataformas on-line.

Em termos globais, segundo o estudo, as condições econômicas desfavoráveis obrigaram as PMEs a reduzir os gastos com publicidade. E esta situação contribuiu para a substituição da mídia tradicional pela digital, que tem um custo menor. Os gastos com propaganda tradicional caíram 23,5%, passando de US$ 2.734, em média, em agosto de 2008 para US$ 2.092 em agosto deste ano. Enquanto isso, os investimentos em mídia digital/on-line aumentaram de 22% para 36,8% na comparação anual, além de os gastos em websites e páginas de perfis terem aumentado 26,8%, passando de US$ 608 em 2008 para US$ 769 neste ano.

A proporção de pequenas e médias empresas que usam a web para acompanhar e medir o resultado de suas campanhas para gerar leads no meio on-line (por clique ou e-mail, por exemplo) também subiu de 22% em 2008 para 30% neste ano.

Os resultados do estudo completo serão apresentados no próximo mês na Direcional Media Strategies 2009, conferência que acontece em Orlando, EUA.

Encontro discute oportunidades e aplicações móveis para empresas

segunda-feira, 24 de agosto de 2009, 20h31 - TI Inside

Acontece nos dias 9 a 11 de setembro, em São Paulo, o "2º Forum Mobile Plus: Mobilidade + Negócios", organizado pelas revistas TELETIME e TI INSIDE e que discute as novas oportunidades de serviços e negócios destinados ao mercado corporativo e que se baseiam em plataformas móveis. A edição deste ano começa com a apresentação de uma pesquisa realizada pela Motorola sobre as aplicações móveis mais demandadas e mais utilizadas pelo mercado corporativo. Ao longo de três dias, temas como atendimento móvel (Mobile CRM), aplicações baseadas em localização, mobile banking/finance, aplicações machine-to-machine, integração entre netbooks e redes móveis, utilização de application stores para distribuição de ferramentas corporativas, mobile marketing, operadoras virtuais (MVNOs) e muitos outros temas serão discutidos do ponto de vista das oportunidades de negócios, desafios e prespectivas. Mais informações sobre o programa do evento, palestrantes e inscrições estão disponíveis no site www.convergecom.com.br/eventos ou pelo telefone 0800 77 15028.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Embratur investe quase US$ 4 milhões em campanhas on-line

quinta-feira, 6 de agosto de 2009, 14h48 - TI Inside

A Embratur, empresa do governo voltada a promoção do turismo, aposta na internet como o principal canal para atrair mais visitantes estrangeiros ao país. Para isso, ela destinará US$ 3,9 milhões para criar campanhas publicitárias na web e promover o país no exterior, o que representa 30% do seu orçamento total de US$ 13 milhões.

De acordo com a Embratur, o investimento em internet é justificado pela demanda por informações na rede mundial. Na Espanha e no Reino Unido, países que lideram a lista dos que buscam por dados sobre o Brasil, 64% das pessoas que querem saber mais sobre o país pesquisam na internet. Em Portugal, terceiro da lista, 56% das pessoas que buscam informações sobre o Brasil estão on-line.

A campanha, chamada de Brasil Sensacional!, está em sua segunda fase e, de acordo com a Embratur, os investimentos em internet já aumentaram 10% em relação à primeira fase, que ocorreu de setembro de 2008 até julho deste ano. As peças publicitárias estão sendo veiculadas com o selo Brasil Now, que identifica iniciativas de hotéis, companhias aéreas e outros fornecedores privados de serviços turísticos privados.

Jeanin Pires, presidente da Embratur, observa que o intuito da campanha é atender à demanda por informações cada vez mais interativas. Por isso, a parte de internet da Brasil Sensacional! concentra o foco principalmente no Twitter, Facebook e Hi5.

terça-feira, 21 de julho de 2009

As dificuldades para as empresas se adaptarem ao Decreto-Lei no 6.523

segunda-feira, 20 de julho de 2009, 16h56 - TI Inside

Mas não podemos culpar apenas os empresários ou apenas o Governo. Sabemos que o processo de adequação é muito complexo e de difícil realização, porém passível de ser atingido, no entanto o “gap” entre a operação do passado e a exigida agora é bastante grande.
Um dos maiores desafios que o mercado como um todo tem pela frente é conseguir mudar a visão dos empresários sobre os Serviços de Atendimento ao Consumidor. Hoje, essas áreas são vistas como um custo a mais, entretanto poderiam e deveriam ser utilizadas como um termômetro para medir o nível de satisfação do cliente com a empresa e também com os serviços prestados.
Dessa forma, as empresas poderiam beneficiar-se dessas informações e reutilizá-las para aprimorar seus processos, com o objetivo de oferecer um serviço de melhor qualidade para seu consumidor final, proporcionando maior nível de retenção por meio da fidelização de seus clientes. Já está provado que, hoje em dia, é muito mais barato fazer a retenção do que a atração de um novo cliente.

Para atender as novas regras e institucionalizar o novo modelo de trabalho, é necessária uma avaliação criteriosa e a estruturação de um plano de ação com a visão nos cinco principais pilares de uma organização: Negócios, Tecnologia, Organização, Pessoas e Processos. Além disso, tudo isso precisa ser apoiado por um forte processo de comunicação e de gestão de projetos.
A tecnologia vem como a grande aliada, para ajudar nessas grandes mudanças, isso porque somente com determinadas ferramentas, será possível automatizar os processos, de forma eficiente, capacitando as pessoas e proporcionando ferramentas de gestão desses processos. É difícil acreditar que uma empresa conseguirá atingir todas as exigências previstas na Lei sem a utilização da tecnologia. Existe muita coisa que ainda precisa ser automatizada, caso contrário seus custos operacionais inviabilizarão o negócio. Podemos afirmar que será necessário um verdadeiro arcabouço tecnológico para o perfeito enquadramento às exigências do Decreto-Lei.
Outro ponto fundamental para todo esse processo de mudança é a capacitação dos funcionários. Isso porque o Decreto busca uma humanização no atendimento, o que exige mais preparo dos atendentes. A partir de agora, muitas das solicitações serão tratadas já no 1o nível de atendimento e os profissionais terão de estar aptos a fazer cancelamento de produtos e, principalmente, ter a habilidade para tentar efetuar a retenção do cliente, trabalho que até antes de dezembro era uma atividade das áreas operacionais e comerciais das empresas.
Podemos citar aqui inúmeras mudanças e investimentos que as empresas terão de fazer, no entanto o principal desafio é a melhoria do serviço prestado, pois, só assim, as empresas não receberiam tantas reclamações e não demandariam tanto dos seus Serviços de Atendimento.
* Rodrigo Gonsales, sócio responsável pela área de Business da everis Brasil.

domingo, 28 de junho de 2009

Consumidores expostos a anúncios na web são mais suscetíveis às marcas, indica estudo

sexta-feira, 26 de junho de 2009, 17h43 - TI Inside

Os consumidores que são expostos a publicidade na internet são 50% mais envolvidos com as marcas dos anunciantes e gastam 10% mais dinheiro on-line, de acordo com um estudo encomendado à comScore pela Online Publishers Association (OPA). O relatório destaca as diferenças de comportamento dos consumidores on-line que são expostos à publicidade relacionada a branding ou a campanhas específicas e aqueles que não são.

O estudo constatou que um em cada cinco visitantes realiza buscas relacionadas com a marca ou campanhas de publicidade exibidas on-line. Além disso, um em cada três internautas visita sites de marcas. Outro dado interessante é que eles gastam mais de 50% do tempo que a média de visitantes de sites de marcas e "consomem" mais páginas. Esses internautas gastam cerca de 10% mais dinheiro on-line e significativamente mais com produtos relacionados à publicidade de marcas.

A comScore constatou que o tempo que os consumidores gastam com conteúdo on-line cresceu de 32% em 2003 para 40% no primeiro trimestre deste ano, o que torna a web um meio ideal para veiculação de mensagens sobre marcas.

Para compreender o ambiente no qual a publicidade tem maior eficácia e, mais importante ainda, as características do público que os diferentes ambientes atraem, a comScore também analisou algumas das mais populares categorias de conteúdo (por exemplo, negócios, entretenimento, notícias e esportes).

A pesquisa constatou que o público de renda mais elevada é mais propenso a visitar sites de anunciantes. Os resultados continuam a reforçar a razão pela qual o ambiente é importante e como a marca pode ser promovida nos sites de conteúdo de alta qualidade.

Em relação ao conteúdo de sites, o estudo revela que os gastos com comércio eletrônico por esses visitantes expostos a anúncios em sites de negócios associados à OPA, no período de um mês, foram 21% maior (um total de US$ 334 por visitante) do que aqueles expostos nos 50 principais sites de negócios. O mesmo foi verificado com os gastos com e-commerce de visitantes expostos a sites de notícias associados à OPA, que foram 15% maior no período (um total de US$ 426 por visitante) do que aqueles expostos nos 50 principais sites de notícias.

Para a pesquisa, a comScore avaliou 80 das maiores campanhas de marca em 200 sites com maior volume de tráfego ao longo de um mês.