terça-feira, 25 de agosto de 2009

Gastos das PMEs com mídia on-line crescem 27% em 12 meses, indica estudo

sexta-feira, 21 de agosto de 2009, 18h00 - TI Inside

Pela primeira vez, os investimentos das pequenas e médias empresas (PMEs) em promoções e publicidade on-line superaram o percentual aplicado em mídia tradicional, segundo estudo do Kelsey Group e da Constat. Ainda em fase de finalização, o estudo, denominado Local Commerce Monitor, analisa as PMEs e como elas gastam seus orçamentos em anúncios e peças promocionais.

O relatório mostra que os gastos das PMEs em anúncios e promoções tradicionais no período de 12 meses – entre agosto de 2008 e agosto deste ano – tiveram uma redução de 23,5%, enquanto os investimentos com publicidade em websites e páginas de perfis aumentaram 26,8% no mesmo período, apesar de uma acentuada diminuição nos gastos com anúncios em geral.

Especificamente, a penetração da mídia digital/on-line aumentou de 73% em agosto de 2008 para 77% em agosto deste ano. Enquanto isso, a penetração da mídia tradicional baixou de 74% para 69% – a penetração é definida como a percentagem de pequenas e médias empresas que utilizam os meios de comunicação, independente de nível de gastos.

"Temos verificado uma tendência de as mídias digitais/on-line substituírem a mídia tradicional", disse Steve Marshall, diretor de pesquisa do Kelsey Group, ao acrescentar que esse é um indicador da grande mudança para as plataformas on-line.

Em termos globais, segundo o estudo, as condições econômicas desfavoráveis obrigaram as PMEs a reduzir os gastos com publicidade. E esta situação contribuiu para a substituição da mídia tradicional pela digital, que tem um custo menor. Os gastos com propaganda tradicional caíram 23,5%, passando de US$ 2.734, em média, em agosto de 2008 para US$ 2.092 em agosto deste ano. Enquanto isso, os investimentos em mídia digital/on-line aumentaram de 22% para 36,8% na comparação anual, além de os gastos em websites e páginas de perfis terem aumentado 26,8%, passando de US$ 608 em 2008 para US$ 769 neste ano.

A proporção de pequenas e médias empresas que usam a web para acompanhar e medir o resultado de suas campanhas para gerar leads no meio on-line (por clique ou e-mail, por exemplo) também subiu de 22% em 2008 para 30% neste ano.

Os resultados do estudo completo serão apresentados no próximo mês na Direcional Media Strategies 2009, conferência que acontece em Orlando, EUA.

Encontro discute oportunidades e aplicações móveis para empresas

segunda-feira, 24 de agosto de 2009, 20h31 - TI Inside

Acontece nos dias 9 a 11 de setembro, em São Paulo, o "2º Forum Mobile Plus: Mobilidade + Negócios", organizado pelas revistas TELETIME e TI INSIDE e que discute as novas oportunidades de serviços e negócios destinados ao mercado corporativo e que se baseiam em plataformas móveis. A edição deste ano começa com a apresentação de uma pesquisa realizada pela Motorola sobre as aplicações móveis mais demandadas e mais utilizadas pelo mercado corporativo. Ao longo de três dias, temas como atendimento móvel (Mobile CRM), aplicações baseadas em localização, mobile banking/finance, aplicações machine-to-machine, integração entre netbooks e redes móveis, utilização de application stores para distribuição de ferramentas corporativas, mobile marketing, operadoras virtuais (MVNOs) e muitos outros temas serão discutidos do ponto de vista das oportunidades de negócios, desafios e prespectivas. Mais informações sobre o programa do evento, palestrantes e inscrições estão disponíveis no site www.convergecom.com.br/eventos ou pelo telefone 0800 77 15028.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Embratur investe quase US$ 4 milhões em campanhas on-line

quinta-feira, 6 de agosto de 2009, 14h48 - TI Inside

A Embratur, empresa do governo voltada a promoção do turismo, aposta na internet como o principal canal para atrair mais visitantes estrangeiros ao país. Para isso, ela destinará US$ 3,9 milhões para criar campanhas publicitárias na web e promover o país no exterior, o que representa 30% do seu orçamento total de US$ 13 milhões.

De acordo com a Embratur, o investimento em internet é justificado pela demanda por informações na rede mundial. Na Espanha e no Reino Unido, países que lideram a lista dos que buscam por dados sobre o Brasil, 64% das pessoas que querem saber mais sobre o país pesquisam na internet. Em Portugal, terceiro da lista, 56% das pessoas que buscam informações sobre o Brasil estão on-line.

A campanha, chamada de Brasil Sensacional!, está em sua segunda fase e, de acordo com a Embratur, os investimentos em internet já aumentaram 10% em relação à primeira fase, que ocorreu de setembro de 2008 até julho deste ano. As peças publicitárias estão sendo veiculadas com o selo Brasil Now, que identifica iniciativas de hotéis, companhias aéreas e outros fornecedores privados de serviços turísticos privados.

Jeanin Pires, presidente da Embratur, observa que o intuito da campanha é atender à demanda por informações cada vez mais interativas. Por isso, a parte de internet da Brasil Sensacional! concentra o foco principalmente no Twitter, Facebook e Hi5.

terça-feira, 21 de julho de 2009

As dificuldades para as empresas se adaptarem ao Decreto-Lei no 6.523

segunda-feira, 20 de julho de 2009, 16h56 - TI Inside

Mas não podemos culpar apenas os empresários ou apenas o Governo. Sabemos que o processo de adequação é muito complexo e de difícil realização, porém passível de ser atingido, no entanto o “gap” entre a operação do passado e a exigida agora é bastante grande.
Um dos maiores desafios que o mercado como um todo tem pela frente é conseguir mudar a visão dos empresários sobre os Serviços de Atendimento ao Consumidor. Hoje, essas áreas são vistas como um custo a mais, entretanto poderiam e deveriam ser utilizadas como um termômetro para medir o nível de satisfação do cliente com a empresa e também com os serviços prestados.
Dessa forma, as empresas poderiam beneficiar-se dessas informações e reutilizá-las para aprimorar seus processos, com o objetivo de oferecer um serviço de melhor qualidade para seu consumidor final, proporcionando maior nível de retenção por meio da fidelização de seus clientes. Já está provado que, hoje em dia, é muito mais barato fazer a retenção do que a atração de um novo cliente.

Para atender as novas regras e institucionalizar o novo modelo de trabalho, é necessária uma avaliação criteriosa e a estruturação de um plano de ação com a visão nos cinco principais pilares de uma organização: Negócios, Tecnologia, Organização, Pessoas e Processos. Além disso, tudo isso precisa ser apoiado por um forte processo de comunicação e de gestão de projetos.
A tecnologia vem como a grande aliada, para ajudar nessas grandes mudanças, isso porque somente com determinadas ferramentas, será possível automatizar os processos, de forma eficiente, capacitando as pessoas e proporcionando ferramentas de gestão desses processos. É difícil acreditar que uma empresa conseguirá atingir todas as exigências previstas na Lei sem a utilização da tecnologia. Existe muita coisa que ainda precisa ser automatizada, caso contrário seus custos operacionais inviabilizarão o negócio. Podemos afirmar que será necessário um verdadeiro arcabouço tecnológico para o perfeito enquadramento às exigências do Decreto-Lei.
Outro ponto fundamental para todo esse processo de mudança é a capacitação dos funcionários. Isso porque o Decreto busca uma humanização no atendimento, o que exige mais preparo dos atendentes. A partir de agora, muitas das solicitações serão tratadas já no 1o nível de atendimento e os profissionais terão de estar aptos a fazer cancelamento de produtos e, principalmente, ter a habilidade para tentar efetuar a retenção do cliente, trabalho que até antes de dezembro era uma atividade das áreas operacionais e comerciais das empresas.
Podemos citar aqui inúmeras mudanças e investimentos que as empresas terão de fazer, no entanto o principal desafio é a melhoria do serviço prestado, pois, só assim, as empresas não receberiam tantas reclamações e não demandariam tanto dos seus Serviços de Atendimento.
* Rodrigo Gonsales, sócio responsável pela área de Business da everis Brasil.

domingo, 28 de junho de 2009

Consumidores expostos a anúncios na web são mais suscetíveis às marcas, indica estudo

sexta-feira, 26 de junho de 2009, 17h43 - TI Inside

Os consumidores que são expostos a publicidade na internet são 50% mais envolvidos com as marcas dos anunciantes e gastam 10% mais dinheiro on-line, de acordo com um estudo encomendado à comScore pela Online Publishers Association (OPA). O relatório destaca as diferenças de comportamento dos consumidores on-line que são expostos à publicidade relacionada a branding ou a campanhas específicas e aqueles que não são.

O estudo constatou que um em cada cinco visitantes realiza buscas relacionadas com a marca ou campanhas de publicidade exibidas on-line. Além disso, um em cada três internautas visita sites de marcas. Outro dado interessante é que eles gastam mais de 50% do tempo que a média de visitantes de sites de marcas e "consomem" mais páginas. Esses internautas gastam cerca de 10% mais dinheiro on-line e significativamente mais com produtos relacionados à publicidade de marcas.

A comScore constatou que o tempo que os consumidores gastam com conteúdo on-line cresceu de 32% em 2003 para 40% no primeiro trimestre deste ano, o que torna a web um meio ideal para veiculação de mensagens sobre marcas.

Para compreender o ambiente no qual a publicidade tem maior eficácia e, mais importante ainda, as características do público que os diferentes ambientes atraem, a comScore também analisou algumas das mais populares categorias de conteúdo (por exemplo, negócios, entretenimento, notícias e esportes).

A pesquisa constatou que o público de renda mais elevada é mais propenso a visitar sites de anunciantes. Os resultados continuam a reforçar a razão pela qual o ambiente é importante e como a marca pode ser promovida nos sites de conteúdo de alta qualidade.

Em relação ao conteúdo de sites, o estudo revela que os gastos com comércio eletrônico por esses visitantes expostos a anúncios em sites de negócios associados à OPA, no período de um mês, foram 21% maior (um total de US$ 334 por visitante) do que aqueles expostos nos 50 principais sites de negócios. O mesmo foi verificado com os gastos com e-commerce de visitantes expostos a sites de notícias associados à OPA, que foram 15% maior no período (um total de US$ 426 por visitante) do que aqueles expostos nos 50 principais sites de notícias.

Para a pesquisa, a comScore avaliou 80 das maiores campanhas de marca em 200 sites com maior volume de tráfego ao longo de um mês.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dell atinge vendas de US$ 3 milhões por meio do Twitter

sexta-feira, 12 de junho de 2009, 14h46 - TI Inside

A Dell é mais um exemplo de que as empresas podem utilizar as novas ferramentas de mídia social para impulsionar os negócios. A fabricante americana de computadores declarou que já obteve vendas de mais de US$ 3 milhões utilizando a ferramenta de microblog Twitter, por meio da qual o internauta pode enviar e receber mensagens textos com até 140 caracteres.

A Dell utiliza o Twitter desde 2007 e afirmou que com a nova febre da ferramenta atingiu vendas de US$ 1 milhão apenas nos últimos seis meses, sendo que antes disso tinha obtido US$ 1 milhão em vendas nos 18 meses anteriores.

Segundo a empresa, o outro US$ 1 milhão obtido com o Twitter foi resultado das mensagens postadas no serviço sobre a venda de PCs e que fizeram os usuários do microglog clicarem num link por meio do qual foram direcionados para a página da empresa, onde as compras foram concluídas.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tecnisa vende apartamento de R$ 500 mil pelo Twitter

segunda-feira, 1 de junho de 2009, 12h53 - TI Inside

Usuária intensiva de recursos digitais, especialmente para campanhas de marketing, a construtora e incorporadora paulista Tecnisa adotou, há cerca de um ano, o Twitter como como aliado para gerar vendas e apresentar novos empreendimentos no mundo virtual. Agora, a empresa está anunciando a conclusão da venda do primeiro apartamento usando o microblog, por meio do qual, em textos com até 140 caracteres, o internauta pode enviar ou receber mensagens no computador ou telefone celular. O valor do negócio foi de R$ 500 mil.

O comprador, um gerente de TI que prefere não se identificar, segue a empresa no Twitter desde janeiro deste ano e se interessou por uma promoção da Tecnisa voltada para usuários de redes sociais.

Ao clicar no link da campanha que havia sido enviado aos mais de 500 seguidores da Tecnisa, o cliente tomou conhecimento da promoção que oferece R$ 2.000 em vale-compras, além de armários e cozinhas planejados, somente para as compras feitas por meio desta forma de contato. A oferta levou o consumidor a efetivar a compra de uma unidade de três suítes no empreendimento Verana, localizado no Alto da Lapa, em São Paulo, ao custo de R$ 500 mil.

"Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais. Essa conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação on-line dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com um baixo investimento", afirmou Romeo Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

Segundo a empresa, a ferramenta faz parte da sua estratégia on-line e é complementar ao site, blog, Facebook, Orkut, Youtube, Slideshare, links patrocinados do Google, entre outros canais que utiliza.

domingo, 24 de maio de 2009

Poder viral do Twitter estimula ofertas do varejo brasileiro no serviço

Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!

Publicada em 28 de abril de 2009 às 19h15
Atualizada em 20 de maio de 2009 às 23h49
São Paulo - Devido a funcionamento ‘opt-in’, divulgação no Twitter poderá até substituir e-mails, aponta CEO da consultoria e.life.O Twitter está se tornando, para alguns varejistas brasileiros, um novo canal de vendas. Entre os fatores que atraem a participação, está o retorno dos usuários e a possibilidade de um ‘tweet’ promover um viral da marca de forma positiva.

O serviço, que possui 9 milhões de usuários, funciona como um sistema ‘opt-in’ para os consumidores, de quem a empresa consegue se aproximar, aponta o Chief Executive Officer da consultoria e.life, Alessandro Lima.

Além disso, a divulgação invade menos a privacidade. “É uma forma de seguir a empresa com mais rapidez, porque você consulta sempre que quiser. Se o usuário ‘retwittar’ a oferta, vai ter o dado compartilhado com mais 70 pessoas, a média de seguidores de cada usuário”, diz Lima.

Os benefícios remetem à atuação em mídias sociais, no geral, que englobam a possibilidade não só de conseguir uma venda pelo canal, mas também acompanhar a opinião dos usuários sobre os produtos. “É o início de um viral, e este tipo de divulgação pode até substituir o e-mail”, opina o CEO.

Uma das empresas que se aproveita da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções é a Dell, cujo perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3h, além de destacar promoções e lançamentos para compras online.

A estratégia inspira-se na iniciativa da matriz da Dell, que em cerca de 6 meses vendeu 1 milhão de dólares em produtos usando o Twitter. Embora não revele números para o Brasil, a gerente de marketing online para América Latina da Dell, Mirvane Goulart, diz que “o volume de vendas é contabilizado e segue de acordo com as expectativas”.

A Tecnisa também descobriu o potencial de divulgar sua marca ao lançar promoção exclusiva para usuários de redes sociais, na segunda-feira (27/04). “Em um dia, a divulgação no Twitter gerou mais cadastros que um anúncio online no formato display”, conta o gerente de redes sociais, Roberto A. Loureiro.

Embora exista a dificuldade de se trabalhar com uma oferta cujo tíquete médio é de 300 mil reais, Loureiro anseia pelos resultados. “Nossa conversão, por enquanto, foi muito boa, mas ainda analisaremos a qualidade do que conseguimos”, aponta.

Entre outros perfis de empresas brasileiras que divulgam ofertas com frequência no Twitter também destacam-se Submarino, Submarino Viagens, SESC SP e Camiseteria.

O Vivoblog usou o espaço para divulgar, nesta terça-feira (28/04), uma oferta para a participação do ensaio aberto de uma peça no Teatro Vivo. As empresas, contudo, exploram pouco as possibilidades.

“Não podemos esquecer ainda que estamos no início da integração do e-commerce com redes sociais”, adianta Lima. O executivo ressalta que, mesmo com a efetividade das ofertas, as empresas precisam saber influenciar.

“O modelo de promoção é legal, mas é preciso também tirar proveito da comunicação informal, o boca-a-boca, já que hoje é possível achar um consumidor na fase inicial da decisão de compra”, conclui.

Twitter: 10 ferramentas complementares para o serviço de microblog

Por Redaçãodo IDG Now!

Publicada em 06 de maio de 2009 às 07h00
Atualizada em 06 de maio de 2009 às 09h10
São Paulo – De serviços que rastreiam quem deixou de seguir atualizações aos que apontam URLs mais publicadas, veja 10 funções extras do Twitter.

Em janeiro, o IDG Now! preparou a primeira lista de serviços complementares ao Twitter. Acompanhando a popularização do microblog houve um salto na quantidade de ferramentas interessantes que surguiram em torno do serviço.

Pensando nisso, o IDG Now! compilou uma nova lista de serviços capazes de, por exemplo, farejar quem deixou de seguir você ou contar a quantidade de vezes que sua URL foi republicada. Confira 10 ferramentas que agilizam e sofisticam o uso do Twitter.

Aproveitamos para perguntar: se você é usuário do Twitter e sua ferramenta preferida não está em nenhum das listas, qual o serviço que mais acompanha as horas que você passa "twittando"?

QTwitter
Há uma nova patologia em curso com a ascensão do Twitter. Se você já visitou o perfil de um amigo e percebeu que ele não seguia mais suas atualizações, parabéns: você também é uma vítima de algo que a tirinha Joy of Tech ilustrou tão bem.

O ato de deixar de assinar amigos, seja pela inatividade ou pela falta de interesses, ganhou uma ferramenta bastante útil aos que fazem questão de saber quem se desinteressou por seus posts, o QTwitter.

Inscreva seu e-mail e seu nome de usuário para que o serviço lhe avise sempre que um antigo contato seu no Twitter tenha abandonado suas atualizações, com um trecho do post que potencialmente provocou a debandada.

Twitturly
Quais são os links mais publicados no Twitter? Partindo dessa premissa, o Twitturly agrega a quantidade de URLs publicadas com mais frequência entre usuários, separados por línguas.

O mérito do Twitturly é considerar links independente da ferramenta usada para encurtar o endereço, o que dá um panorama mais próximo à realidade dos sites trocados pelo serviço.

Cada URL publicada tem uma página própria que mostra todos os posts que continham referências, além de estatísticas sobre a quantidade de publicações no decorrer dos dias e o potencial alcance do conteúdo.

Vale uma ressalva: por mais que acerte na maioria das vezes, de vez em quando o Twitturly se confunde e coloca posts em inglês no meio do ranking elaborado entre usuários brasileiros.

TwInfluence
Influência online é um conceito que esbarra em definições que nem sempre convergem. No Twitter, influente seria aquele que atrai mais seguidores ou quem promove um número maior de conversações?

Ainda que de maneira não tão profunda, o TwInfluence se arrisca em tentar responder à dúvida com critérios próprios que avaliam a influência de perfis no Twitter em três diferentes medições: Alcance, Velocidade e Capital Social.

O primeiro se baseia no potencial de usuários atingidos por suas mensagens, levando em consideração os seguidores de seus amigos, enquanto o segundo cria uma média sustentada pela quantidade de contatos diretos e indiretos que a conta atrai diretamente. Já o terceiro mede o poder de influência dos seguidores do usuário.

Migre.me
Mais especializado nos usuários brasileiros que o Twitturly, graças à adoção em massa nos últimos meses, o Migre.me é outra ótima ferramenta para vasculhar a popularidade do seu link.

Além de encurtar o link, o Migre.me monta rankings mostrando as URLs mais clicadas e mais republicadas no último dia, na última semana ou no último mês, além de indicar os conteúdos mais recentes que usam o serviço.

Exemplo raro de startup nacional que partiu de uma ideia inovadora sem a tradicional “inspiração internacional”, o Migre.me também enumera os vídeos mais vistos e podcasts mais assistidos.

Números, números e números

Gosta de ver seu uso do Twitter representado em inúmeras barrinhas, gráficos de pizzas coloridas ou simples textos? Sorte a sua: a lista de serviços que analisam a maneira como você usa a plataforma de microblog é grande.

Comece com o TwitGraph, que traça de maneira rápida quatro gráficos redondos mostrando os dias em que você mais publica, para quem você mais responde e as cinco palavras que mais usa nos seus posts.

Quer algo mais profissional? O TweetStats demora um pouco mais, mas preenche a tela com representações gráficas de dados como a hora do dia e o dia da semana em que você mais twitta, a interface mais usada e a quantidade de posts por mês.

Se quiser se concentrar só nas palavras digitadas em seus posts, o TweetCloud analisa seu histórico de tweets e monta uma nuvem de tags, representando os termos usados com maior frequência em tamanho maior.

De uma maneira menos visual, o When did you join Twitter? responde, da maneira mais simples e objetiva, a questão que faz as vezes de nome: desde quando você está no Twitter? Da mesma forma, o My First Follow indica quais foram os 10 primeiros perfis que você começou a seguir assim que entrou no Twitter.

TweetBeep – A quantidade de conteúdo publicada no Twitter cresce de maneira exponencial em relação à sua base: quanto mais novos usuários entram, mais mensagens são publicadas. Em outras palavras, o potencial para que sua marca ou nome sejam citados cresce na mesma toada.

Para não transformar usuários curiosos que passam horas e horas no Twitter Search, o TweetBeep permite que termos ou links sejam cadastrados para que um alerta por e-mail seja enviado sempre que houver uma menção.

4 dicas para usar o Twitter como ferramenta corporativa

São Paulo - Forrester Research mapeia as principais diretrizes e indica como o microblog pode trazer benefícios para as organizações.

Por Redação do COMPUTERWORLD

15 de maio de 2009 - 15h56

A rede social Twitter foi criada há mais de três anos, mas somente em 2009 ela se transformou em um serviço relevante entre os usuários da Web. O fenômeno logo chamou a atenção de muitas empresas, que passaram a tentar explorar o serviço para benefício de seus negócios. Mas qual é a influência que a rede social tem nos negócios das corporações?

Para responder à pergunta, o instituto Forrester Research elaborou um estudo que avalia a importância e os benefícios da rede social. E para realizar essa análise, a organização estudou alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.

O primeiro dado que surpreende é a faixa etária dos usuários. Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter são pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior são usuários entre 25 e 34 anos: 20% do total. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.

O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem o faz voluntariamente e está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.

Mas apesar da informalidade que marca a rede, é necessário planejamento para utilizá-la. Antes de iniciar a empreitada, o Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia. Veja como lidar com cada um deles.

Pessoas - Para analisar se os clientes estão usando Twitter e como a ferramenta os influencia, é essencial realizar uma pesquisa de mercado. O próprio mecanismo de busca do site auxilia na tarefa. Procure o nome da sua marca e outros termos associados para identificar os usuários.

Objetivos - Para cada ação, a empresa deve ter objetivos claros. Com o Twitter não é diferente, mas eles devem ser compatíveis com o escopo da rede social. Os objetivos mais comuns são reforço da marca, ações de relações públicas, vendas e alternativas para canal de serviço ao consumidor.

Estratégia - O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia - Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para implementar as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial. A Salesforce.com, por exemplo, integrou o Twitter à sua aplicação de CRM. A Omniture, companhia de análise Web, também colocou o Twitter em suas soluções.

Quais são os principais ganhos

Além de indicar diretrizes para que as empresas atuem no Twitter, o estudo da Forrester apresenta os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas. Confira os principais ganhos das empresas:

Inteligência do marketing - É comum ver casos de empresas que usam o Twitter para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou negativo.

Proximidade com o consumidor - Algumas empresas interceptam mensagens de consumidores na rede social para responder a questões postadas por clientes. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.

Estímulo aos entusiastas da marca - Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.

Reforço nas vendas - No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.